sexta-feira, 29 de julho de 2011




Acho que sempre tive sonhos, e que não seria eu mesmo se não os tivesse. Acho que cada um acaba sendo dono do seu próprio destino, num caminho tão solitário quanto o anoitecer. Eu sempre fui sozinho. Sozinho, cheio de sonhos. Havia certos buracos a serem preenchidos, certos sorrisos que me completassem. Hoje vejo que o que mudou foi tão insignificante quanto uma pequena luz acesa num prédio, num cenário noturno e imensamente urbano. Ainda sou sozinho e cheio de sonhos, sonhos realizados, que nunca me acrescentaram mais do que dois segundos de felicidade.

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